A expectativa de se sentir mais seguro é o que motiva boa parte das pessoas a morarem em condomínios. Câmeras de segurança, síndicos e toda uma infraestrutura dão a aparente sensação de mais conforto e tranquilidade — mas a garantia pode nem sempre ser tão certeira.
Da mesma forma que a tecnologia se desenvolveu para garantir mais segurança aos moradores, grupos mal-intencionados também se especializaram em burlar esses avanços. Em São Caetano do Sul, no ABC Paulista, há relatos de que indivíduos estejam se passando por moradores para liberarem suas entradas no prédio. O vice-presidente de Administração Imobiliária e Condomínios do Secovi-SP (Sindicato da Habitação paulista), Hubert Gebara, alerta que, em casos como esse, a portaria sempre confirme com o morador antes de permitir a entrada de visitantes ou prestadores de serviços.
Gebara explica que a segurança em condomínio depende de três fatores: equipamentos, como câmeras, bem posicionados, uma equipe de funcionários bem treinada para que ele saibam como se comportar em situações de risco e a conscientização dos condôminos. “O número de assaltos e arrastões caiu nos últimos anos. Mas não podemos relaxar. É preciso manter o estado de alerta”, destaca.
Em situações de risco, a orientação aos porteiros e seguranças é chamar a polícia e não reagir. Em condomínios mais sofisticados, há sistemas interligados com portarias de prédios vizinhos que permitem emitir um sinal de alerta para funcionários de outro prédio. Se não for possível acionar os policiais, é necessário avisar o síndico para que ele o faça.
Algumas dicas de como aumentar a segurança em condomínios, baseado nas recomendações do Secovi-SP. Confira:
O “Manual de Segurança Condominial”, com recomendações importantes das polícias Civil e Militar do Estado de São Paulo, pode ser acessado gratuitamente no www.secovi.com.br.
Fonte: Metro Jornal São Paulo